Era manhã cedo quando
Bob saiu de casa com sua mochila gasta e a marmita vazia. O estômago roncava,
mas ele já estava acostumado: muitas vezes, o almoço era apenas silêncio. Na
escola, tentava disfarçar a fome com sorrisos tímidos, mas os colegas percebiam
o olhar perdido e a falta de energia.
Eu tenho andado tão sozinho ultimamente Que não vejo em minha frente Nada que me dê prazer Sinto cada vez mais longe a felicidade Vendo em minha mocidade Tanto sonho a perecer. Eu queria ter na vida simplesmente Um lugar de mato verde Pra plantar e pra colher Ter uma casinha branca de varanda Um quintal e uma janela Para ver o sol nascer. Às vezes saio a caminhar pela cidade À procura de amizades Vou seguindo a multidão Mas eu me retraio olhando em cada rosto Cada um tem seu mistério Seu sofrer, sua ilusão. Eu queria ter na vida simplesmente Um lugar de mato verde Pra plantar e pra colher Ter uma casinha branca de varanda Um quintal e uma janela Para ver o sol nascer. Gilson

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